🌷Gel Peeling
Olá amigos e profissionais que me acompanham aproveitando a abertura da temporada de Peelings. Não poderia deixar de falar do Gel Peeling da @tulipiacosmeticos . .
.
⭐O Gel Peeling consiste em um blend de ácidos multifuncional Desenvolvido com alta tecnologia ,formulado sinergicamente para reduzir a pigmentação desigual e deixar a pele mais jovem, firme e luminosa.
.
.
⭐ Tem uma ação antienvelhecimento e clareadora, que conta com uma combinação de antioxidantes que melhoram a cor,a tonalidade e a textura do tecido epitelial. Além de reduzir o aspecto de rugas e sinais de expressão em fim.
.
⭐O Gel Peeling promove uma ação contundente no que é proposto
Para aquele cliente que gosta de descamar ele é um excelente aliado, pois apresenta uma perfeita combinação de Alfa-Hidroxiácidos e ativos despigmentantes que promovem um descamação eficiente e segura.
.
.
.
⭐ Contém Alpha-Arbutin, poderoso despigmentante com ação clareadora semelhante à hidroquinona, porém sem os efeitos tóxicos e irritativos comuns a ela.
Seu poder de clareamento é imediato, e prolongado no tratamento de áreas hiperpigmentadas (melasmas, cloasmas, hipercromias pós-inflamatórias, melanoses solares, sardas).
.
.
.
⭐Acido Kojico
É um potente despigmentante natural. Ele inibe a ação da tirosinase como quelante de íons, promovendo a diminuição da formação de melanina, acabando com as manchas.
Como o ácido kójico é menos irritante, e não causa fotossensibilização no usuário, possibilita seu uso até mesmo durante o dia, além disso, o ácido kójico não oxida, podendo ser associado com outros agentes despigmentantes como o ácido glicólico
.
.
.
⭐Ácido Citrico
Extrato obtido a partir do citrino e utilizado principalmente em pequenas quantidades para ajustar o pH dos produtos. Induz a renovação celular e possui forte ação antioxidante.
.
.
.
⭐Acido Mandélico
Ação queratolítica ou esfoliativa, pela capacidade de reduzir a coesão entre os corneócitos, facilitando a descamação de células mortas, promovendo o turnover (estímulo da renovação da epiderme).
.
.
.
⚠️ Trata-se de um produto de uso exclusivo do profissional .É um produto seguro porem vale ressaltar a expertise do profissional que ira aplicar.
Explicando a física
Onde o difícil fica fácil.
terça-feira, 5 de junho de 2018
Gel Peeling
Ola bem vindo ao blog Ciencia Estética ! Aqui disponibilizamos informação científica afim de informar profissionais da categoria saúde estética e o publico em geral. Sempre visando um conteúdo científico e informativo.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Resumo de Física - Quantidade de Movimento, Impulso e Colisões
1. Quantidade de Movimento
Sempre que houver uma interação entre dois corpos, sendo que, ao menos um deles esteja em movimento, ou adquira movimento, a determinação da quantidade de movimento e do impulso é importante para o estudo dessa interação.
A quantidade de movimento é uma grandeza vetorial determinada pela massa do corpo multiplicada pelo seu vetor velocidade:
Como a massa é uma grandeza escalar, o vetor quantidade de movimento será paralelo ao vetor velocidade, tendo a mesma direção e sentido.
2. Impulso
O impulso é uma grandeza física que estuda a interação de uma força aplicada a um corpo com o tempo de aplicação. A aplicação do impulso determina a variação da quantidade de movimento (Teorema do Impulso).
Para uma força de módulo constante agindo em um intervalo de tempo o impulso é:
2. Impulso
O impulso é uma grandeza física que estuda a interação de uma força aplicada a um corpo com o tempo de aplicação. A aplicação do impulso determina a variação da quantidade de movimento (Teorema do Impulso).
Para uma força de módulo constante agindo em um intervalo de tempo o impulso é:
Como a variação do tempo é uma grandeza escalar, o vetor impulso terá sempre a mesma direção e sentido do vetor força que o ocasiona.
3. Teorema do Impulso
O impulso mede a variação da quantidade de movimento de um corpo, e pode ser deduzido:
3. Teorema do Impulso
O impulso mede a variação da quantidade de movimento de um corpo, e pode ser deduzido:
Como anteriormente formulado, o impulso é igual a variação da quantidade de movimento.
Como exemplo, podemos citar uma situação bastante comum: um projétil que sai de um armamento provocando um recuo da arma.
No caso de um sistema em que as forças externas são nulas ou a resultante delas é nula, o impulso do sistema é nulo:
Como exemplo, podemos citar uma situação bastante comum: um projétil que sai de um armamento provocando um recuo da arma.
No caso de um sistema em que as forças externas são nulas ou a resultante delas é nula, o impulso do sistema é nulo:
4. Choque (Colisão)
A aplicação imediata dos conceitos de quantidade de movimento e impulso, e do teorema do impulso é no estudo do choque entre corpos. Em qualquer choque entre dois ou mais corpos, se considerarmos o sistema composto apenas por eles ‒ portanto, sem a existência de forças externa ao sistema ‒ haverá sempre a conservação da quantidade de movimento.
No entanto, diferentes situações podem ocorrer:
Quando, por exemplo, dois corpos se chocam e continuam o movimento unidos, verifica-se o chamado choque perfeitamente inelástico. Neste caso, embora a quantidade de movimento se conserve, existe uma significativa perda de energia cinética do sistema.
Se, por outro lado, o choque ocorre sem deformações permanentes, pode ser classificado como choque perfeitamente elástico. Neste caso existe a conservação da quantidade de movimento bem como da energia cinética do sistema.
Existem ainda os choques parcialmente elásticos, que abrangem toda a gama de possibilidades entre os extremos do choque elástico e do inelástico.
4.1. Coeficiente de Restituição
Para o estudo dos choques definimos o conceito de coeficiente de restituição.
A aplicação imediata dos conceitos de quantidade de movimento e impulso, e do teorema do impulso é no estudo do choque entre corpos. Em qualquer choque entre dois ou mais corpos, se considerarmos o sistema composto apenas por eles ‒ portanto, sem a existência de forças externa ao sistema ‒ haverá sempre a conservação da quantidade de movimento.
No entanto, diferentes situações podem ocorrer:
Quando, por exemplo, dois corpos se chocam e continuam o movimento unidos, verifica-se o chamado choque perfeitamente inelástico. Neste caso, embora a quantidade de movimento se conserve, existe uma significativa perda de energia cinética do sistema.
Se, por outro lado, o choque ocorre sem deformações permanentes, pode ser classificado como choque perfeitamente elástico. Neste caso existe a conservação da quantidade de movimento bem como da energia cinética do sistema.
Existem ainda os choques parcialmente elásticos, que abrangem toda a gama de possibilidades entre os extremos do choque elástico e do inelástico.
4.1. Coeficiente de Restituição
Para o estudo dos choques definimos o conceito de coeficiente de restituição.
O numerador representa a velocidade de afastamento entre os corpos (ou seja, a velocidade com que se afastam um em relação ao outro). O denominador representa a velocidade de aproximação relativa entre eles.
No choque perfeitamente elástico, não havendo deformações permanentes, a velocidade de afastamento será igual à de aproximação e, portanto, o coeficiente de restituição será e = 1.
No choque perfeitamente inelástico, os corpos permanecem unidos, portanto não se afastam um do outro. A velocidade de afastamento é zero e, portanto, o coeficiente de restituição será e = 0.
Nos choques parcialmente elásticos a velocidade de afastamento será sempre menor que a de aproximação. Portanto, de maneira geral, teremos um valor do coeficiente de restituição compreendido entre zero e um, ou 0 < e < 1.
By: Guia do estudante
sábado, 17 de agosto de 2013
Hidrostática
Hidrostática é o ramo da Física que estuda a força exercida por e sobre líquidos em repouso. Este nome faz referência ao primeiro fluido estudado, a água, é por isso que, por razões históricas, mantém-se esse nome. Fluido é uma substância que pode escoar facilmente, não tem forma própria e tem a capacidade de mudar de forma ao ser submetido à ação e pequenas forças. A palavra fluido pode designar tanto líquidos quanto gases.
Ao estudar hidrostática é de suma importância falar de densidade, pressão, Princípio de Pascal, empuxo e o Princípio Fundamental da Hidrostática.
Densidade
Densidade (ou massa específica) de um corpo é a relação entre a massa do m e o volume do mesmo, ou seja:
Ao estudar hidrostática é de suma importância falar de densidade, pressão, Princípio de Pascal, empuxo e o Princípio Fundamental da Hidrostática.
Densidade
Densidade (ou massa específica) de um corpo é a relação entre a massa do m e o volume do mesmo, ou seja:
A densidade informa se a substância do qual é feito um determinado corpo é mais ou menos compacta. Os corpos que possuem muita massa em pequeno volume, como é o caso do ouro e da platina, apresentam grande densidade. Já os corpos que possuem pequena massa em grande volume, como é o caso do isopor, apresentam pequena densidade. A unidade de densidade mais usada é 1g/cm3. Para a água temos que a sua densidade é igual a 1g/cm3, ou seja, 1cm3 de água tem massa de 1g. Apesar de esta unidade ser a mais usada, no SI (sistema Internacional de Unidades) a unidade de densidade é 1kg/m3.
Pressão
É a relação entre a força aplicada perpendicularmente sobre um corpo e a sua área sobre a qual ela atua. Matematicamente, temos:
Pressão
É a relação entre a força aplicada perpendicularmente sobre um corpo e a sua área sobre a qual ela atua. Matematicamente, temos:
P= F/A
A unidade de pressão no SI é o newton por metro quadrado (N/m2), também chamado de pascal (Pa), em homenagem a Blaise Pascal, físico francês que estudou o funcionamento da prensa hidráulica.
Princípio Fundamental da Hidrostática
Também chamado de Princípio de Stevin, diz que:
“A diferença de pressão entre dois pontos do mesmo líquido é igual ao produto da massa específica (também chamada de densidade) pelo módulo da aceleração da gravidade local e pela diferença de profundidade entre os pontos considerados”.
Princípio Fundamental da Hidrostática
Também chamado de Princípio de Stevin, diz que:
“A diferença de pressão entre dois pontos do mesmo líquido é igual ao produto da massa específica (também chamada de densidade) pelo módulo da aceleração da gravidade local e pela diferença de profundidade entre os pontos considerados”.
Simbolicamente podemos escrever:
Onde d é a densidade do líquido, g é o módulo da aceleração da gravidade local e h é a diferença entre as profundidades dos pontos no mesmo líquido.
A partir do princípio de Stevin pode-se concluir que:
A partir do princípio de Stevin pode-se concluir que:
- Pontos situados em um mesmo líquido e na mesma horizontal ficam sujeitos a mesma pressão;
- A pressão aumenta com o aumento da profundidade;
- A superfície livre dos líquidos em equilíbrio é horizontal.
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Teoria das Cordas
A teoria de
cordas descreve as partículas elementares como modos de vibração de cordas
uni-dimensionais fechadas ou mais recentemente, membranas bidimensionais.
Desde
os anos 1930, quando foram propostas a teoria da Relatividade Geral e a
Mecânica Quântica, ficou claro que as duas teorias não eram compatíveis entre
si, já que a gravitação descrita pela teoria da Relatividade Geral é
determinística e contínua, propriedades não aceitáveis pela Mecânica Quântica.
Portanto desde o início do século XX, busca-se uma nova teoria que unifique
estas teorias, formando uma Teoria de Tudo.
A
teoria das cordas cósmicas , na forma atual, foi proposta em 1984 por
Michael B. Green, do Queen Mary College, em Londres, e por John H. Schwarz,
unificando a teoria de cordas com a supersimetria. Ela leva a um espectro de
excitação com um número idêntico de férmions e bósons, e resolvendo o conflito
quântico da teoria de cordas, pois mostrava que as anomalias anteriores se
cancelavam. Nesta teoria, padrões vibracionais distintos de uma mesma corda
fundamental , com comprimento de
Planck (10-33 cm), dão origem a diferentes massas e diferentes
cargas de força. Para que as anomalias sejam canceladas, a teoria requer a
existência de 9 dimensões espaciais e uma dimensão temporal, com um total de 10
dimensões. As outras dimensões estão enroladas sobre si mesmo, com distâncias
menores que o comprimento de Planck, e portanto não podem ser detectadas.
Cada
ponto do espaço tem estas dimensões extras, mas tão enroladas que não podem ser
detectadas diretamente. Se as dimensões extras são associadas a espaços
compactados -- para cada ponto do espaço-tempo quadri-dimensional -- seu
tamanho reduzido é compatível com as observações.
Na
teoria atual, as dimensões extras se compactaram 10-43 segundos
após a formação do Universo atual.Michael James Duff (1949-), da Texas
A&M University, Chris M. Hull e Paul K. Townsend, ambos da Universidade de
Cambridge, calculam que a teoria precisa de 11 dimensões, e não somente 10. Se
uma das dimensões enroladas é de fato uma outra dimensão temporal, e não
somente espacial, uma viagem no tempo pode ser possível.
Enquanto
a Teoria da Relatividade Geral de Einstein prevê que a informação se perde
dentro de um buraco negro, a Teoria de Cordas prevê que a informação não se
perde, pois as cordas são infitas, deixando a informação no horizonte do buraco
negro.
O princípio
holográfico é uma hipótese baseada em teorias da gravidade quântica, proposta
por Gerard 't Hooft e aperfeiçoada e interpretada através da Teoria de
Cordas por Leonard Susskind [1995, The World as a Hologram, Journal
of Mathematical Physics, 36 (11), 6377], afirmando que toda a informação
contida num volume de espaço pode ser representada pela informação que reside
na fronteira daquela região, já que a teoria de cordas admite uma descrição em
dimensão mais baixa em que a gravidade aparece de uma forma holográfica
[Charles Thorn; Raphael Bousso, 2002, The holographic principle,
Reviews of Modern Physics, 74 (3), 825].
Este princípio
foi inspirado pela determinação por Steve Hawkings de que a máxima entropia de
qualquer região é proporcional ao raio ao quadrado (área), e não ao cubo
(volume). Desta maneira, a informação sobre os objetos que entram em um buraco
negro está contida nas flutuações superficiais do horizonte de evento.
Resumo de física: Cinemática e dinâmica
• Cinemática
A cinemática estuda os movimentos dos corpos, sendo principalmente os movimentos lineares e circulares os objetos do nosso estudo que costumar estar divididos em Movimento Retilíneo Uniforme (M.R.U) e Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (M.R.U.V)
Para qualquer um dos problemas de cinemática, devemos estar a par das seguintes variáveis:
-Deslocamento (ΔS)
-Velocidade ( V )
-Tempo (Δt)
-Aceleração ( a )
Movimento Retilíneo Uniforme (M.R.U) No M.R.U. o movimento não sofre variações, nem de direção, nem de velocidade. Portanto, podemos relacionar as nossas grandezas da seguinte forma:
ΔS= V.Δt
ΔS= V.Δt
Movimento Retilíneo Uniformemente Variado (M.R.U.V) No M.R.U.V é introduzida a aceleração e quanto mais acelerarmos (ou seja, aumentarmos ou diminuirmos a velocidade andaremos mais, ou menos. Portanto, relacionamos as grandezas da seguinte forma:
ΔS= V₀.t + ½.a.t²
ΔS= V₀.t + ½.a.t²
No M.R.U.V. o deslocamento aumenta ou diminui conforme alteramos as variáveis.
Pode existir uma outra relação entre essas variáveis, que é dada pela formula:
V²= V₀² + 2.a.ΔS
Pode existir uma outra relação entre essas variáveis, que é dada pela formula:
V²= V₀² + 2.a.ΔS
Nessa equação, conhecida como Equação de Torricelli, não temos a variável do tempo, o que pode nos ajudar em algumas questões, quando o tempo não é uma informação dada, por exemplo.
• Dinâmica
As leis de NewtonA cinemática é o ramo da ciência que propõe um estudo sobre movimento, sem, necessariamente se preocupar com as suas causas.
• Dinâmica
As leis de NewtonA cinemática é o ramo da ciência que propõe um estudo sobre movimento, sem, necessariamente se preocupar com as suas causas.
Quando partimos para o estudo das causas de um movimento, aí sim, falamos sobre a dinâmica. Da dinâmica, temos três leis em que todo o estudo do movimento pode ser resumido. São as chamadas leis de Newton:
Primeira lei de Newton - a lei da inércia, que descreve o que ocorre com corpos que estão em equilíbrio
Segunda lei de Newton - o princípio fundamental da dinâmica, que descreve o que ocorrer com corpos que não estão em equilíbrio
Terceira lei de Newton - a lei da ação e reação, que explica o comportamento de dois corpos interagindo entre si.
Força Resultante A determinação de uma força resultante é definida pela intensidade, direção e sentido que atuam sobre o objeto. Veja diferente cálculos da força resultante:
Caso 1 - Forças com mesma direção e sentido.
Força Resultante A determinação de uma força resultante é definida pela intensidade, direção e sentido que atuam sobre o objeto. Veja diferente cálculos da força resultante:
Caso 1 - Forças com mesma direção e sentido.
Caso 2 - Forças perpendiculares.
Caso 3 - Forças com mesma direção e sentidos opostos
Caso 4 - Caso Geral - Com base na lei dos Cossenos
A Segunda lei de Newton – Quando há uma força resultante, caímos na segunda lei de Newton que diz que, nestas situações, o corpo irá sofrer uma aceleração. Força resultante e aceleração são duas grandezas físicas intimamente ligadas e diretamente proporcionais, ou seja, se aumentarmos a força, aumentamos a aceleração na mesma proporção. Essa constante é a massa do corpo em que é aplicada a força resultante. Por isso, a segunda lei de Newton é representada matematicamente pela fórmula:
A segunda lei de Newton também nos ensina que força resultante e aceleração serão vetores sempre com a mesma direção e sentido.
Unidades de força e massa no Sistema Internacional:
Força - newton (N).
Massa - quilograma (kg).
A terceira Lei de Newton A terceira lei, também conhecida como lei da ação e reação diz que, se um corpo faz uma força em outro, imediatamente ele receberá desse outro corpo uma força de igual intensidade, igual direção e sentido oposto à força aplicada, como é mostrado na figura a seguir.

Unidades de força e massa no Sistema Internacional:
Força - newton (N).
Massa - quilograma (kg).
A terceira Lei de Newton A terceira lei, também conhecida como lei da ação e reação diz que, se um corpo faz uma força em outro, imediatamente ele receberá desse outro corpo uma força de igual intensidade, igual direção e sentido oposto à força aplicada, como é mostrado na figura a seguir.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Assinar:
Comentários (Atom)
